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CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 6 Padr ão FCI 146 10/12/1996
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à Fédération Cynologique Internationale Classificação F.C.I.: Grupo 6 Sabujos Farejadores e Raças Assemelhadas Seção 3 Raças Assemelhadas Padrão FCI n o 146 10 de dezembro de 1996. País de origem: África do Sul Nome no país de origem: Rhodesian Ridgeback é ainda utilizado para a caça em muitas partes do mundo, mas é especialmente apreciado como cão de guarda e de companhia familiar. Utilização: Levantador de caça Sem prova de trabalho Sergio Meira Lopes de Castro Presidente da CBKC Domingos Josué Cruz Setta Presidente do Conselho Cinotécnico Tradução: Suzanne Blum Impresso em: 01 de j ulho de 2003.
RHODESIAN RIDGEBACK (Cão de Crista Dorsal da Rodésia )
RESUMO HISTÓRICO: o Rhodesian Ridgeback é a única raça registrada nativa da África do Sul. Seus antepassados podem ser rastreados no Cape Colony da África do Sul, onde eles cruzaram com os cães dos pioneiros e com os cães semidomesticados com crista dos Hottentot. Caçando principalmente em grupos de 2 ou 3, a função original do Rhodesian Ridgeback ou “Cão de Leão” era localizar a caça, especialmente o leão e, com grande agilidade, guardálo a distância até a chegada do caçador. O padrão original que foi redigido por F.R.Barnes, em Bulawayo, Rodésia, em 1922, foi baseado no padrão do Dálmata e foi aprovado pelo South African Kennel Union, em 1926.
APARÊNCIA GERAL : deve representar um cão bem balanceado, forte, musculoso, ágil e ativo, de silhueta simétrica, de alta capacidade de resistência e alto potencial de velocidade. A ênfase está na agilidade, elegância e fi rmeza, sem nenhuma tendência a ser pesado. A peculiaridade da raça é a crista no dorso que é formada pelos pêlos que crescem em direção oposta ao restante da pelagem. A crista é uma marca distinta da raça. Ela deve ser claramente defi nida e simétrica e se afi nar gradualmente em direção à garupa. Começa a formarse imediatamente atrás dos ombros e continua até os quadris. A crista deve ter duas coroas idênticas e opostas entre elas. As bordas da crista não devem estenderse baixas mais do que um terço de seu comprimento. A largura da crista pode chegar a 5cm.
COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: revela dignidade, inteligência, é reservado com os estranhos, sem apresentar agressividade ou timidez.
CABEÇA REGIÃO CRANIANA C r â n io: de bom comprimento (a largura da cabeça entre as orelhas, a distância do occipital ao stop, do stop até o fi m da trufa devem ser iguais), achatado e largo entre as orelhas; sem apresentar rugas, quando em repouso. St op: razoavelmente bem defi nido e não em uma linha reta da trufa ao osso do occipital. REGIÃO FACIAL Trufa : de cor preta ou marrom. Um cão de trufa preta pode ser acompanhado de olhos escuros e os de trufa marrom, por olhos de cor âmbar. F ocin h o: longo, profundo e poderoso. Lábios: bem ajustados aos maxilares. Maxilares / Dentes: maxilares fortes, com uma perfeita e completa mordedura em tesoura. Os dentes devem ser bem desenvolvidos, especialmente os caninos. Bochechas: devem ser planas. Olhos: moderadamente separados, redondos, brilhantes, de expressão inteligente. A cor dos olhos harmoniza-se com a cor da pelagem. Orelhas: inseridas altas, de tamanho médio, bem largas na base e diminuindo gradualmente para uma ponta arredondada; portadas próximas à cabeça.
PESCOÇO: de bom comprimento, forte e sem barbelas.
TRONCO Dorso: poderoso. Lombo: forte, musculoso e ligeiramente arqueado. Peito: não muito largo, porém mui to pr ofundo e com muita capacidade; deve alcançar os cotovelos. O antepeito deve ser visível quando visto de perfil. As costelas moderadamente arqueadas, nunca arredondadas, em forma de barril.
CAUDA: forte na raiz e diminui gradualmente até a ponta sem ser grosseira. De comprimento moderado. Não deve ser inserida nem muito alta nem muito baixa e deve ser portada com uma ligeira curva para cima, jamais enrolada.
MEMBROS ANTERIORES: devem ser perfeitamente retos, fortes e de boa ossatura, com os cotovelos bem ajustados ao corpo. Vistos de perfi l, os anteriores devem ser mais largos do que quando vistos de frente. Omb r os: oblíquos, bem delineados e musculosos. Met a ca r p os: fortes, com leve elasticidade. POSTERIORES: devem ter músculos modelados e bem defi nidos. J oelh os: bem angulados. J a r r et es: fortes e bem descidos. P a t a s: compactas e redondas, com dígitos bem arqueados e fl exíveis, almofadas plantares elásticas, protegidas por pêlos que nascem entre os dedos e as almofadas.
MOVIMENTAÇÃO: em linha reta para a frente, fl uente e enérgica.
PELAGEM P êlo: o pêlo deve ser curto e denso, de aspecto liso e brilhante, sem ser lanoso ou sedoso. COR: do trigo pálido ao vermelho trigo. Uma pequena mancha branca no peito e nos dedos é permitida, mas excesso de pêlos brancos nessas áreas, no peito, no ventre ou acima dos carpos ou tarsos é indesejável. Admitese que o focinho e as orelhas sejam de cor preta. Excesso de pêlos pretos na pelagem do resto do corpo é altamente indesejável.
TAMANHO / PESO altura na cernelha: machos: 63 cm 69 cm. fêmeas: 61 cm 66 cm. Peso: machos: 36,5 kg. fêmeas: 32 kg.
FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade.